LABIRINTOS DO VIVER
47 - PSICODAM 7 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
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2017-06-24 00:00:06
A Morte Tragada na Vitória
“Porque também, nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos, carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.” II Coríntios 5:4.

O Doador da vida vem para quebrar os grilhões da sepultura. Deve libertar os cativos e proclamar: “Eu sou a ressurreição e a vida.” 6BC, pág. 1693.

Em parte alguma das Escrituras Sagradas se encontra a declaração de que é por ocasião da morte que os justos vão para a sua recompensa e os ímpios para o seu castigo. Os patriarcas e profetas não deixaram uma tal afirmação. Cristo e os Seus apóstolos não fizeram sugestão alguma a esse respeito. A Bíblia ensina claramente que os mortos não vão imediatamente para o Céu. Eles são apresentados como estando a dormir até à ressurreição (I Tess. 4:14; Job 14:10-12). No mesmo dia em que se quebra a cadeia de prata, e se despedaça o copo de ouro (Ecles. 12:6), perecem os pensamentos do homem. Os que descem à sepultura estão em silêncio. Não sabem de nada do que se faz debaixo do Sol. (Job 14:21). Bendito descanso para os justos cansados. Quer o tempo, seja longo ou breve, para eles não é senão um momento. Dormem, e são despertados pela trombeta de Deus para uma imortalidade gloriosa. “Porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. … Quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.” I Cor. 15:52-54. Ao serem chamados do seu profundo sono, começam a pensar exactamente onde tinham parado. A última sensação foram as ânsias da morte, o último pensamento, o de que estavam a cair sob o poder da sepultura. Ao se levantarem da tumba, o seu primeiro e alegre pensamento expressar-se-á na triunfante aclamação: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” I Cor. 15:55. CS, págs. 404.

As ânsias da morte foram a última coisa que sentiram. … Ao despertarem, toda a dor terá desaparecido. … As portas da cidade giram sobre os seus gonzos … e os resgatados de Deus entram por entre querubins e serafins. Jesus dá-lhes as boas-vindas e põe sobre eles a Sua bênção. “Bem está, servo bom e fiel … entra no gozo do teu Senhor.” MM 1953, págs. 693 e 694.

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