LABIRINTOS DO VIVER
47 - PSICODAM 7 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
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2017-06-28 00:00:06
O Doador da Vida Vem
“Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Todos os dias do meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança.” Job 14:14.

O Doador da vida chamará, na primeira ressurreição, a Sua possessão adquirida e até àquela hora de triunfo, ao soar a última trombeta e o imenso exército surgir para a vitória eterna, todos os santos que dormem estarão em segurança e guardados como jóias preciosas, a quem Deus conhece pelo nome. Pelo poder do Salvador, os que n’Ele permaneceram enquanto viveram e foram participantes da natureza divina, serão ressuscitados dos mortos. 4BC, pág. 1143.

As nossas mais agradáveis esperanças com frequência terminam aqui. Os nossos queridos separam-se de nós pela morte. Cerramos-lhes os olhos, vestimo-los para a última morada, e são levados da nossa vista. Não estamos separados para sempre, pois encontraremos os nossos queridos que dormem em Jesus. Voltarão de novo da terra do inimigo. O Doador da vida vem. Milhares de santos anjos escoltam-n’O no trajecto. Quebra as cadeias da morte, quebra os grilhões da sepultura, e os preciosos cativos ressurgem cheios de saúde e beleza imortal. YI, 4-1928.

A nossa identidade pessoal é conservada na ressurreição, embora não seja a mesma partícula de matéria ou composição material que foi para a sepultura. …

Na ressurreição todo o homem terá o seu próprio carácter. Deus, no devido tempo, chamará os mortos, restituindo o fôlego da vida e ordenando aos ossos secos que vivam. 6BC, pág. 1093.

Os laços familiares serão restabelecidos. Ao pensarmos nos nossos mortos, devemos pensar na manhã em que a trombeta de Deus soará, quando “os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” RH, 22-11-1906.

Os últimos traços da maldição do pecado serão removidos, e os fiéis de Cristo aparecerão “na beleza do Senhor nosso Deus”, reflectindo no espírito, alma e corpo a perfeita imagem do seu Senhor. CS, pág. 474.

Estamos de tal maneira prontos que, se adormecermos, possamos fazê-lo na esperança de Jesus Cristo? MM, 1953, pág. 693.

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