LABIRINTOS DO VIVER
47 - PSICODAM 7 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
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2017-06-29 00:00:06
Infortúnio Com Esperança
“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.” I Tessalonicenses 4:13.

Aos aflitos eu diria: Confortem-se bastante com a esperança da manhã da ressurreição. As águas que estiveram a beber são tão amargas ao vosso paladar como as águas de Mara aos filhos de Israel no deserto, mas Jesus pode torná-las doces com o Seu amor. Quando Moisés apresentou, diante do Senhor, as grandes dificuldades dos filhos de Israel, não indicou um novo remédio, mas chamou a sua atenção para aquilo que tinham à mão. Havia um arbusto que Ele tinha criado, que devia ser lançado na água para tornar a fonte doce e límpida.

Deus providenciou um bálsamo para cada ferida. Há bálsamo em Gileade. Aí existe um Médico. Não querem agora, como nunca antes, estudar as Escrituras? Peçam ao Senhor sabedoria para cada emergência. Em cada transe da vida insistam com Jesus para vos mostrar uma saída da angústia, e os vossos olhos serão abertos para ver o remédio e aplicar em cada caso as restauradoras promessas registadas na Sua Palavra. Desta forma o inimigo não encontrará nenhum motivo para nos lançar na aflição e descrença. Pelo contrário, teremos fé, esperança e coragem no Senhor. O Espírito Santo dar-vos-á um claro discernimento para que possam ver e apropriar-se de toda a bênção que actuará como antídoto da aflição, como agente curativo a todo o sorvo amargo que é levado aos vossos lábios. Cada sorvo amargo estará misturado com o amor de Jesus e, em vez de queixas, compreenderão que o amor e a graça de Jesus se misturam com a dor e que se transforma numa alegria dominante, pura e santificada.

Quando Henrique White, o nosso filho mais velho, faleceu, disse: “O leito de dor é um lugar agradável quando temos a presença de Jesus.” Quando somos forçados a beber águas amargas, voltemo-nos do amargo para o agradável e perene. Na prova, a graça pode trazer segurança à alma humana, e ao visitarmos um leito de morte e vermos como o cristão pode suportar o sofrimento e entrar no vale da morte, ganhamos força e coragem para o trabalho, e não fraquejamos nem desanimamos em levar almas a Jesus. 2ME, págs. 273 e 274.

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