LABIRINTOS DO VIVER
47 - PSICODAM 7 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
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2017-07-07 00:00:07
Fora e Formosura no Seu Santurio
Glria e majestade esto ante a Sua face, fora e formosura no Seu santurio. Salmo 96:6.

Por meio de Cristo, desde a criação e queda do homem até ao tempo presente, tem havido um contínuo desenrolar do plano de Deus para a redenção da raça caída. O tabernáculo e templo de Deus na Terra, tinha por modelo o original no Céu. À volta do santuário e dos seus serviços reuniam-se, misticamente, as grandes verdades que se deviam desenvolver através de sucessivas gerações. Não houve nenhum tempo em que Deus tenha manifestado maiores evidências da Sua grandeza e majestade, do que quando era reconhecido como o governador de Israel. As manifestações de um Rei invisível eram grandes e indescritivelmente terríveis. Era empunhado um ceptro, mas não o era por nenhuma mão humana. A arca sagrada, coberta pelo propiciatório, e contendo a santa Lei de Deus, era o símbolo do próprio Jeová. Era o poder dos israelitas para triunfar nas batalhas. Diante dela, ídolos eram derrubados, e por olharem imprudentemente para dentro dela, milhares de pessoas pereciam. Nunca no nosso mundo o Senhor tinha dado tão evidentes manifestações da Sua supremacia como quando apenas era reconhecido como o Rei de Israel. RH, 2-3-1886.

A Lei de Deus, encerrada na arca, era a grande regra de justiça e juízo. Ela sentenciava o transgressor à morte. Mas por cima da lei estava o propiciatório, sobre o qual se revelava a presença de Deus, e do qual, em virtude da obra expiatória, se concedia o perdão ao pecador arrependido. Assim, na obra de Cristo pela nossa redenção, simbolizada pelo serviço do santuário, “a misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram”. Sal. 85:10. PP, págs. 360.

Embora hoje nos alegremos pelo facto do nosso Senhor ter vindo, pelos sacrifícios que na anterior dispensação tiveram lugar como perfeita oferta pelo pecado, se demonstrarmos desprezo por aquele período não somos desculpabilizados. ... Aquilo de que precisamos agora é do esclarecimento divino, e de um conhecimento mais inteligente da maravilhosa relação de Deus com o Seu povo na antiguidade. RH, 2-3-1886.

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