LABIRINTOS DO VIVER
47 - PSICODAM 7 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
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2017-07-08 00:00:07
Redentor, Sacerdote e Rei
“Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os Céus.” Hebreus 7:26.

Por determinação divina, a tribo de Levi foi separada para o serviço do santuário. Nos tempos primitivos cada homem era o sacerdote da sua própria casa. Nos dias de Abraão, o sacerdócio era considerado como o direito de primogenitura do filho mais velho. Agora, em lugar dos primogénitos de todo o Israel, o Senhor aceitou a tribo de Levi para a obra do santuário. … O sacerdócio, todavia, ficou restrito à família de Aarão. Apenas a este e aos seus filhos, era permitido ministrar perante o Senhor. O resto da tribo tinha o encargo do cuidado do tabernáculo. …

De acordo com as suas funções, foi indicada para o sacerdote uma veste especial. “Farás vestidos santos a Aarão teu irmão, para glória e ornamento” (Êxo. 28:2), foi a instrução divina a Moisés. …

Todas as coisas ligadas ao vestuário e conduta dos sacerdotes deveriam ser de modo a impressionar aquele que as via, dando-lhes a noção da santidade de Deus, a santidade do Seu culto, e a pureza exigida àqueles que iam à Sua presença.

Não apenas o santuário em si mesmo, mas o ministério dos sacerdotes, deveriam servir “de exemplar e sombra das coisas celestiais”. Heb. 8:5. PP, págs. 361-363.

Dia a dia eram ensinadas ao povo, por meio de tipos e sombras, as grandes verdades relativas ao advento de Cristo como Redentor, Sacerdote e Rei. E, uma vez por ano, o seu espírito era levado aos acontecimentos finais do grande conflito entre Cristo e Satanás, à purificação final do Universo, do pecado e pecadores. Os sacrifícios e ofertas do ritual mosaico apontavam sempre para um serviço melhor, o próprio celestial. PR, págs. 684, 685.

Os méritos do Seu (de Cristo) sacrifício são suficientes para nos reconciliar com o Pai. PC, pág. 37.

Devemos ter livre acesso ao sangue expiatório de Cristo. Precisamos de considerar isto como o mais sagrado privilégio, a maior bênção jamais concedida ao homem pecador. 1BC, pág. 1111.

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