GREG LONG
IN THE WAITING
Emissão Online
 
2017-07-12 00:00:07
O Sacrifcio Voluntrio de Jesus
Ento disse: Eis aqui venho; no rolo do livro est escrito de Mim: Deleito-Me em fazer a Tua vontade, Deus Meu; sim, a Tua lei est dentro do Meu corao. Salmo 40:7, 8.

No passado foi ordenado aos filhos de Israel que trouxessem uma oferta por toda a congregação, a fim de a purificar da contaminação cerimonial. Esse sacrifício era constituído por uma bezerra ruiva, e representava o perfeito sacrifício que deveria remir da poluição do pecado. Esse era um sacrifício ocasional, para purificação de todos os que, por necessidade ou acidente, tinham tocado num cadáver. Todos os que, de qualquer maneira, entravam em contacto com a morte, eram considerados cerimonialmente impuros. Isso destinava-se a impressionar profundamente o espírito dos hebreus com o facto de que a morte veio em consequência do pecado, sendo, portanto, uma sua representação. Um novilho, uma arca, uma serpente ardente, apontam de uma forma impressionante para uma grande oferta – o sacrifício de Cristo.

Essa bezerra devia ser ruiva, o que era símbolo de sangue. Não podia ter nenhuma mancha ou defeito, e nunca ter estado sob o jugo. Aqui, de novo, é representado Cristo. O Filho de Deus veio voluntariamente, para realizar a obra da expiação. Não havia sobre Ele jugo obrigatório; pois Ele era independente e estava acima de toda a Lei. Os anjos, como inteligentes mensageiros divinos, estavam sob o jugo da obrigação, por isso nenhum sacrifício pessoal efectuado por eles poderia expiar a culpa do homem caído. Apenas Cristo estava livre das exigências da Lei, para poder empreender a redenção da raça pecadora. …

Jesus poderia ter ficado à destra do Pai, usando a coroa e as vestes reais. Mas preferiu trocar as riquezas, honra e glória do Céu pela pobreza da humanidade, e a Sua posição de alto comando pelos horrores do Getsémani e a humilhação e agonia do Calvário. 1TS, págs. 481, 482.

As mãos feridas, o lado ferido pela lança, os pés esfolados falam eloquentemente em favor do homem caído, cuja redenção é comprada por um custo tão infinito. Oh, condescendência sem par! Nem o tempo nem os acontecimentos podem diminuir a eficácia do sacrifício expiatório. 4T, pág. 124.

Por:
Partilhe:
newsletter
Copyright 2017 Rádio RCS