LABIRINTOS DO VIVER
47 - PSICODAM 7 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
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2017-07-21 00:00:07
O Sinal do Início
“E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Daniel 8:14.

Devemos ser cuidadosos estudantes da profecia; não devemos descansar sem que entendamos claramente o assunto do santuário, apresentado nas visões de Daniel e João. Este assunto lança grande luz sobre a nossa atitude e a nossa obra actual, e dá-nos provas inequívocas de que Deus nos conduziu na nossa experiência passada. Explica o nosso desapontamento em 1844, mostrando-nos que o santuário a ser purificado não era o terrestre, como supúnhamos, mas que Cristo então entrou no lugar santíssimo do santuário celestial, e está ali a realizar a obra final da Sua função sacerdotal. Ev., págs. 222 e 223.

Verificara-se que os 2300 dias começavam quando a ordem de Artaxerxes para a restauração e edificação de Jerusalém entrou em vigor, no Outono de 457 antes de Cristo. Tomando isto como ponto de partida, havia perfeita harmonia na aplicação de todos os acontecimentos preditos na explicação daquele período de Daniel, capítulo 9, versos 25-27. … As setenta semanas, ou 490 anos, deveriam pertencer especialmente aos judeus. Ao terminar este período, a nação selou a sua rejeição de Cristo, perseguindo os Seus discípulos, e, no ano 34, os apóstolos voltaram-se para os gentios. Tendo terminado os primeiros 490 anos dos 2300, restavam ainda 1810 anos. Contando-se desde o ano 34 da nossa era, os 1810 anos estendem-se até 1844. “Então”, disse o anjo, “o santuário será purificado”. CS, pág. 301, 302.

A nossa convicção sobre as mensagens do primeiro, segundo e terceiro anjos estava correcta. Os grandes marcos pelos quais temos passado são inamovíveis. Embora as hostes do inferno tentem tirá-los das suas bases, e triunfem pensando que tenham tido êxito, contudo não o tiveram. Estes pilares da verdade permanecem firmes como os outeiros eternos, inabaláveis a todos os esforços dos homens combinados com os de Satanás e as suas hostes. Podemos aprender mais, e devemos estar a examinar, constantemente, as Escrituras para ver se estas coisas são assim. Ev., pág. 223.

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